O evento foi de grande importância para o pontapé inicial ao plantio de algodão
Na manhã do dia 13 de setembro, foi realizado no Sindicato Rural de Miguelópolis o 1º Encontro regional de Algodão, com o apoio do Sistema FAESP/SENAR. O evento contou com a parceria de várias empresas, entre elas, Banco do Brasil, Coopercana, Yara, Aplitec, Agro do Rio Grande, Usina de Beneficiamento de Algodão (Algodoeira de Miguelópolis) e Agrinova.
O encontro foi destinado aos agricultores regionais e empresas. “Estamos incentivando, desde o ano passado, a volta do Algodão, principalmente o Algodão Safrinha para a nossa região, porque é vendido no Brasil inteiro e é uma opção ótima, tanto para o agricultor irrigante quanto para aquele que planta a soja precoce fazer também o safrinha. Acredito que manter os atuais níveis de produção de produtividade e rentabilidade é muito melhor do que investir em milho e sorgo, então, esse evento vem culminando com o que começou no ano passado”, disse o presidente do Sindicato Rural de Miguelópolis, Júlio Cesar Guimarães Mendonça.
“Acredito que manter os atuais níveis de produção de produtividade e rentabilidade é muito melhor do que investir em milho e sorgo.” – Júlio Cesar Guimarães Mendonça
Para demonstrar, na prática, os resultados aos presentes, Júlio citou duas produções da região. “Já temos dois parceiros que plantaram em 2018, em Ituverava e Guará, e estão colhendo agora. Assim, tivemos ‘in loco’ um algodão muito bonito, muito sadio, com alta rentabilidade e produtividade e financeiramente bom para o produtor. A ideia é essa: é uma opção muito grande para nós que somos irrigantes na nossa região”, acrescentou.
Segundo o empresário, Oscar Razera, é mais uma opção para o produtor ter rentabilidade melhor. “E é a única cultura que pode competir com a cana. Plantar algodão, hoje, é necessário planejamento. Fazer preparo de solo, algo bem estruturado, inclusive recurso para comprar sementes, adubo e defensivos, para não chegar no meio do caminho e não ter como combater as pragas, que aparecem na hora. Ele exige um pouco mais, mas a rentabilidade é melhor, mesmo com a baixa do preço, se o produtor conseguir uma produção com custo menor e boa, ele tem rentabilidade 3 vezes melhor que a soja e o milho.”
“Ele exige um pouco mais, mas a rentabilidade é melhor, mesmo com a baixa do preço, se o produtor conseguir uma produção com custo menor e boa, ele tem rentabilidade 3 vezes melhor que a soja e o milho.” – Oscar Razera
Durante o encontro, foi destacado o uso da energia fotovoltaica no campo, assunto comentado pelo engenheiro elétrico do Sindicato Rural de Guaíra, João Marcos. “Esse tema está muito em alta, tendo em vista que o custo da energia tem subido e essa é uma alternativa que veio para ficar, energia limpa, custo baixo. Muito fácil para se fazer e investir e obter o retorno necessário. Sem contar que a energia sustentável traz economia para o produtor e tranquilidade para que a produção não tenha interrupção de energia.”
Para Wellington Gustavo Osorio Aragon, engenheiro agrônomo e consultor da Aplitec Agro, o evento foi de grande importância para o pontapé inicial ao plantio de algodão. “A Aplitec é uma empresa que, hoje, está totalmente engajada no algodão e conseguindo trazer produtos com eficiência e consultoria de ponta, para melhorar a produtividade do agricultor. Somos aliados do produtor. A Aplitec está desde 2018 nesse projeto e estamos juntos com vocês se precisarem de alguma coisa.”
“A Aplitec é uma empresa que, hoje, está totalmente engajada no algodão e conseguindo trazer produtos com eficiência e consultoria de ponta, para melhorar a produtividade do agricultor.” – Wellington Gustavo Osorio Aragon
Ao final, Oscar Razeraaproveitou a ocasião para convidar os participantes parauma demonstração do algodão de safrinha, no dia20 de setembro, em Água Comprida, às 9h, na fazenda Esmeralda. “Também mostraremos a indústria algodoeira em Uberaba e os benefícios”, convidou.